terça-feira, 25 de março de 2008

Big Vida 'Brasil'

É REVOLTANTE. Oitava edição do Big Brother Brasil, e oitava vez que eu choro na final... Ok, senhores, vaiem, ridicularizem... Mas antes deixem eu me explicar.
O BBB se trata de um programa que vai muito mais alem do que bundas rebolantes, bichas deseperadas, playboys idiotas ou pobres meninas pobres. Se trata de um programa que nada mais é do que a representação da convivencia entre as pessoas. Afinal o mundo esta enfestado de bundas, bichas, idiotas e meninas pobres, não é?
Esse papo ode criação de personagem e estratégia funciona muito bem. Um em cima do palco, outro numa mesa jogando War. Mas num programa em que ficam confinados 14 ratos de laboratório, sem contato com mundo, nem com as pessoas, isso é humanamente impossivel. A pressão é enorme e a opção de fuga, ao contrario do ''mundo real'', é inexistente. Todos aqueles que venceram tinham alguma qualidade preservada por nós: carisma, equilibrio, força, inteligencia, sinceridade... Ora se porque a Leka, ou a Thalita não ganharam? Não porque não tenham qualidades, mas simplesmente porque essas não foram suficientemente expostas em meros dias, semanas ou meses. Chororôs e eu te amos instantaneos não são máscaras, convenhamos que são coisas mais do que comuns no nosso dia a dia. Mas lá, as doses são exageradas e explicitas já que se trata de pressão psicologica e um amontuado de câmeras.
Nesta ultima edição- estranha por sinal- ficou tudo muito claro. Intrigas a parte (tipo a foi tudo armado) a final foi composta por uma ouvinte e um observador. Quem nunca ouviu aquela frase " temos dois olhos, dois ouvidos e uma boca. falemos menos". Essa é a prova... Embora a inércia da Gyselle fosse irritante, o equilibrio foi totalmente beneficente a ela.
Voltando as minhas lágrimas. Chorei por perceber como a superação é importante. Como quando sabemos lidar com as pessoas, a resposta é imediata. Os leões estão a solta, e como disse Bial, comer e dormir e coisa de fera que só se levanta pro combate e volta a sua toca. Calma! Não estou defendendo ninguém, muito menos a "cajuína". Mas convenhamos que faz sentido.
Nos videos do fim do programa é facil perceber que somos seres humanos sujeitos a erros, a falar besteira, a erros de portugues, a se apaixonar, a porres homéricos, a revelar segredos desnecessários... Se as minhas lagrimas foram gastas com um programa barato, devo confessar que nada mais foram do que um momento de emoçao perante a uma maquete do mundo.

Um comentário:

Anônimo disse...

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