É REVOLTANTE. Oitava edição do Big Brother Brasil, e oitava vez que eu choro na final... Ok, senhores, vaiem, ridicularizem... Mas antes deixem eu me explicar.
O BBB se trata de um programa que vai muito mais alem do que bundas rebolantes, bichas deseperadas, playboys idiotas ou pobres meninas pobres. Se trata de um programa que nada mais é do que a representação da convivencia entre as pessoas. Afinal o mundo esta enfestado de bundas, bichas, idiotas e meninas pobres, não é?
Esse papo ode criação de personagem e estratégia funciona muito bem. Um em cima do palco, outro numa mesa jogando War. Mas num programa em que ficam confinados 14 ratos de laboratório, sem contato com mundo, nem com as pessoas, isso é humanamente impossivel. A pressão é enorme e a opção de fuga, ao contrario do ''mundo real'', é inexistente. Todos aqueles que venceram tinham alguma qualidade preservada por nós: carisma, equilibrio, força, inteligencia, sinceridade... Ora se porque a Leka, ou a Thalita não ganharam? Não porque não tenham qualidades, mas simplesmente porque essas não foram suficientemente expostas em meros dias, semanas ou meses. Chororôs e eu te amos instantaneos não são máscaras, convenhamos que são coisas mais do que comuns no nosso dia a dia. Mas lá, as doses são exageradas e explicitas já que se trata de pressão psicologica e um amontuado de câmeras.
Nesta ultima edição- estranha por sinal- ficou tudo muito claro. Intrigas a parte (tipo a foi tudo armado) a final foi composta por uma ouvinte e um observador. Quem nunca ouviu aquela frase " temos dois olhos, dois ouvidos e uma boca. falemos menos". Essa é a prova... Embora a inércia da Gyselle fosse irritante, o equilibrio foi totalmente beneficente a ela.
Voltando as minhas lágrimas. Chorei por perceber como a superação é importante. Como quando sabemos lidar com as pessoas, a resposta é imediata. Os leões estão a solta, e como disse Bial, comer e dormir e coisa de fera que só se levanta pro combate e volta a sua toca. Calma! Não estou defendendo ninguém, muito menos a "cajuína". Mas convenhamos que faz sentido.
Nos videos do fim do programa é facil perceber que somos seres humanos sujeitos a erros, a falar besteira, a erros de portugues, a se apaixonar, a porres homéricos, a revelar segredos desnecessários... Se as minhas lagrimas foram gastas com um programa barato, devo confessar que nada mais foram do que um momento de emoçao perante a uma maquete do mundo.
terça-feira, 25 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
A.D.I.V.


Vida. Quatro letras que formam uma palavra tão abrangente e tão única ao mesmo tempo. Mesmo que nesta palavra estejam embutidos milhares (ou seriam milhões?) de sentimentos e sentidos, uma coisa é inquestionável: cada um tem a sua. Ora, se cada individuo tem sua própria e única vida, cabe a ele, também única e exclusivamente, se preocupar com a que lhe foi concedida. É inevitável pensar nas causas e conseqüências de cada ato nosso. É até bom de certo modo já que vivem em uma sociedade e devemos assim, respeitar o espaço do outro. Ótimo, mais um ponto importante. Respeitar o espaço do outro. Até que ponto preocupação ultrapassa o limite e se torna intromissão? Linha tênue, não? Terceiro ponto deste assunto... “Aprendemos mais com os erros”. Na vida erros são necessários e constroem seres humanos melhores e mais fortes. E do mais sem a possibilidade do erro, se reduz a zero também a possibilidade do acerto. Então vamos a mais uma pergunta: saberás tu o resultado de uma ação que nem mesmo o próprio autor da tal tem como saber? Vida... Viva... Arrisquemos então. Como diria um sábio poeta de botequim: eu não vim ao mundo a passeio. A cara esta em estado de propensão a tapas e pontapés o tempo todo. Caso contrario... Eis a privação das mais impressionantes experiências de vida. Voltando ao assunto “vida única”, ou seria área restrita, propriedade privada? Sinônimos que representam o mesmo sentido. O mundo em constante movimento nos enche de possibilidades, escancara caminhos assustadores e absolutamente incertos. É o que mantém a surpresa nossa de cada dia. Ou que pode-se dizer a chama da vida. A monotonia e a inércia como resultantes de um sentimento de acomodação perante a dúvida. Alias duVIDA... Perceberam a palavra ‘vida’? Explicações são para serem dadas quando necessário- e muito pouco se possível. A vida é uma só, sob os cuidados de uma só pessoa. Referente a milhões de escolhas, possibilidades, erros e acertos. Inclusive... Qual o significado de ERRO e ACERTO? Deixo essa discussão para um outro domingo a noite, num outro amontoado de palavras...
quarta-feira, 12 de março de 2008

Estrelas mudam de lugar. A estrela mais linda que faz o céu brilhar. Pedi licença a Lua, e Sol já tinha ido embora, resolvi escrever sobre estrelas. Estrelas de cinco pontas, cinco pontos, cinco encantos... Um clarão, uma luz... Cometa em forma de gente. No meio da noite só dá ela... Branca, prata, linda... Estrelas que caem na terra, sem querer ou pelo mais forte querer. De forma complexa e perfeita. De desenho impossivel a mão livre... De forma escupida a milhões de interpretações. Estrelas que caem no meu colo... Você, estrela que ilumina toda escuridão que a noite proporciona. Estrela de brilho mais intenso e constante... Estrelas não morrem, estrelas mudam de lugar. Bem vinda ao meu céu.
sábado, 8 de março de 2008
Desliguem as cameras



No começo tudo são flores. Tipo primeira festa do Big Brother. É tudo tão animado, e inspira muita confiança e otimismo. Afinal, ninguém se conhece direito. Personas novas vagam entre um palco iluminado e com produção de arte assinada por: risadas, cervejas e cigarros. Algo batido e tão perfeito... as músicas não condizem muito sobre o ambiente. La no fundo a moçinha sem noção dá o show do ridículo. As rodinhas falam de assuntos banais e interessantes no ritmo acelrado- quase igual a aquelas musiquinhas batidas, sucesso na Baronetti. Fotos, fotos e fotos. Ok, nem tudo pode ser guardado numa câmera digital impressa na tela de cristal liquido. Olhares e sentimentos preferem ficar soltos no ar como aquele cheiro de fumaça tão instigante. Vamos dançar? Quem sabe assim paremos de observar tanta informação. Ela quer fulano, que quer beltrana, que quer ciclana, que não quer ninguém. Acho que tem até um poema que fala sobre isso. A libido solta, metralhada em direções as vezes opostas, as vezes iguais. La pelas tantas me rendi ao fato de não pensar mais sobre os outros. É hora de aproveitar a festa. O desfile de figurinos diferentes, e os diálogos permanentes entre aqueles que já se identificaram de cara. Queridos e odiados a minha volta, desfrutando do mesmo momento que eu. Entre escapadas rápidas e assuntos longos era inevitável não ficar presa a surpresas tão enigmáticas. Foi quando definitivamente- e dessa vez foi sério- resolvi parar de tentar decifrar aqueles participantes. Decidi não prestar atenção mais nas câmeras, e ser “eu mesma”. Frase batida no principio de um programa... Mas geralmente costuma funcionar. Respeitando ética e bons costumes, fui camuflando opiniões e intenções, amargas e deliciosas.
Pra bom entendedor meia palavra basta...
terça-feira, 4 de março de 2008
Tragédia ou Comédia?

A vida não é mesmo surpreendente? Ironia, destino, presente... A cada momento as surpresas são infindáveis, ainda que num museu de grandes novidades. O choro e a risada, resultantes do bom ou do mau humor...? Balela. Coisa de momento. Humor: palavra de significado tão simples e tão variável. Mas afinal o que define o humor? Talvez se eu pudesse responder diria que conheço todos os mistérios do universo, inclusive o meu. “Decifra-me ou te devoro”. Azar da esfinge que esbarrou com Édipo, e acabou lendo todo seu enigma. Eu não tenho segredos, mas mistério faz parte de qualquer pessoa que se preze. Não tente entender o que eu penso. As minhas armas e estratégia podem ser claras, mas nem sempre serão as mesmas, portanto... Desista decifrar qualquer ponto de interrogação que apareça em meu olhar. Satisfaça-se com minhas exclamações constantes de fundo emocional. Voltando ao humor... Talvez esse seja de fato um dos maiores mistérios da cabeça humana. Se pudesse desenhar o que é “humor” desenharia sem hesitar uma montanha russa, cujo carrinho, pelo menos no meu roteiro sou eu mesma. Subo e desço entre picos de satisfação e irritação, criticas e elogias, e fatalmente, lágrimas e gargalhadas. Os meus minutos são mais largos e densos que meros sessenta segundos. Enxergo a alma, e penso o tempo todo. Leio olhares... É... Eu tento. Não tente me decifrar, faça isso com você, ou terá de aturar as conseqüências de ser devorado ou por você mesmo ou muito provavelmente pela platéia que te observa ora aplaudindo, ora criticando.
Nem todas as verdades são para serem ditas...
Nem colocadas no blog.
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